quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
50 coisas a ter em conta no próximo ano

Uau, mais um monte de frases que as pessoas escrevem em fotografias sem interesse nenhum para parecer bonito, pensei eu quando li isto pela primeira vez. Estava tão enganada que entretanto decidi traduzir para português. Perdão por isso, bem sei que tudo soa melhor na bela língua britânica!
1. Tu és mais forte do que aquilo que pensas.
2. Os erros ensinam coisas importantes. De cada vez que cometes um, estás mais próximo do teu objectivo.
3. Nada te deixa em baixo, à excepção de ti mesmo.
4. Podes sempre seguir em frente, tudo depende do quanto queres seguir em frente.
5. Por mais progressos que faças, vai sempre haver alguém a dizer que o que estás a tentar atingir é impossível.
6. A única coisa que te limita é a tua própria imaginação. Deixa-a voar.
7. A percepção é a realidade.
8. Podes confiar nos teus instintos.
9. Há apenas uma coisa que podes perguntar a ti mesmo: “O que farias se não tivesses tanto medo?”
10. É frequente não conseguires saber quão perto estás do sucesso.
11. Os únicos erros que realmente magoam são aqueles que cometes porque simplesmente tens demasiado medo de errar.
12. Não deixes que o sucesso te suba à cabeça, ou que o insucesso te chegue ao coração.
13. Tens mesmo que passar pelos dias maus para mereceres os melhores dias da tua vida.
14. 10% da vida é o que realmente te acontece e os restantes 90% são a maneira como reages.
15. Faz o que gostas, não aquilo que é suposto.
16. Rir é o melhor medicamento para o stress. Ri-te frequentemente.
17. Se te quiseres sentir rico, pensa na quantidade de coisas que possuis e que o dinheiro não pode comprar.
18. Desculpares-te a ti mesmo é muito mais importante que os outros te desculpem.
19. Se todas as manhãs acordares convicto de que algo fantástico te vai acontecer, é bem provável que realmente aconteça.
20. Sê bom para ti mesmo.
21. Na maior parte das vezes não interessa o que os outros pensam. Segue as tuas convicções.
22. Nenhum tipo de educação é perda de tempo. Passa por todas as experiências que puderes.
23. Fazer uma pessoa sorrir pode mudar o mundo.
24. Não te esqueças de gostar da tua vida.
25. Nunca sabes quanta força tens até que ser forte seja a única saída.
26. Às vezes, coisas boas acabam para que melhores comecem.
27. Não podes mudar aquilo que te recusas a confrontar.
28. Chorar não significa que és fraco. E também não resolve os teus problemas.
29. Não importa quantos erros cometes ou quanto tempo vai demorar até que atinjas o que queres. Pelo menos estás a tentar.
30. A vida não é só esperar que a tempestade passe, é mais aprender a dançar na chuva.
31. Podes aprender muito com os teus erros quando não te limitas a negá-los.
32. Desiste de te preocupar com o que os outros pensam.
33. Quanto paras de perseguir as coisas erradas, dás uma oportunidade às coisas certas.
34. Tens que aceitar que algumas coisas nunca serão tuas e aproveitar as que realmente te pertencem.
35. Como disse Henry Ford: “Quer penses que consegues, quer penses que não consegues, estás certo.”
36. Não tenhas medo de sair da tua zona de conforto. Algumas das melhores experiências e oportunidades da tua vida só vão aparecer se correres riscos.
37. Desistir pode não significar que és fraco, às vezes significa apenas que és forte e inteligente o suficiente para seguir em frente.
38. Não vivas no passado e não te preocupes demasiado com o futuro. O agora é mais importante.
39. Nunca vais ter 100% de certeza de que alguma coisa vai resultar, mas podes ter 100% de certeza que não resulta se não tentares.
40. Por mais que tentes escolher bem as palavras vai sempre haver alguém que as interpreta mal. Diz apenas aquilo que tiveres que dizer.
41. Não conseguires o que queres pode ser um rasgo de sorte.
42. Se és apaixonado por alguma coisa, persegue-a, independentemente do que os outros pensam. É assim que se atingem os sonhos.
43. Se tens sempre a mesma atitude, atinges sempre as mesmas coisas.
44. O que está à tua frente ou atrás de ti pouco importa, comparado com o que está em ti.
45. Não rezes quando chove se também não rezas quando está sol.
46. Não esperes que te deem uma chance, corre o risco.
47. Se fosse fácil, toda a gente o faria.
48. Sê vulnerável.
49. Um problema é apenas uma forma de aprender.
50. Independentemente da situação, a vida continua.
(Não possuo qualquer direito de autor sobre estas coisas, limitei-me a traduzi-las. Não, também não sei a quem pertencem.)
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Gil (1998 - 2011)
O velhote foi feliz.
terça-feira, 21 de junho de 2011
Aos velhotes dos dias de hoje

domingo, 15 de maio de 2011
Verdade, o amor é mesmo cliché
Pois, mas como que raio é que sabemos se já estamos dependentes? Acho que depende das pessoas. Inicialmente, suponho que todos apanhemos um susto do caraças. Começamos a andar a mil por segundo e algo dentro de nós nos diz que aquele momento chegou. O friozinho no estômago deixa de ser coisa de filme, as músicas lamechas deixam de ser motivo para dizer umas piadas aos amigos… Enfim, ficamos apavorados, mas é tudo tão natural que a euforia começa a acalmar. E é exactamente quando acalma, depois do grande clímax e da dose extra de adrenalina, que sentimos o verdadeiro amor. O ritmo abranda, o mundo torna-se mais sóbrio e ainda assim somos felizes.
O amor é ter vontade de ficar nos braços de alguém dias a fio. É ter vontade de partir os relógios, rasgar os calendários e parar o tempo para ficar enrolado nos cobertores a ouvir a chuva lá fora. Ou, noutros casos, é sair de casa aos pulos e de mão dada, para deixar toda a gente invejosa do sentimento que nos une ao outro alguém. É querer sempre mais e nunca ter o suficiente. É dar-nos totalmente, é perder o sono numa ou noutra noite mais fria.
O amor é bonito. É ouvir a mesma piada umas mil e quinhentas vezes e rir com sinceridade, no final. É saber quanto tempo aquecer o leite no microondas e quanto açúcar colocar. É levar o pequeno-almoço à cama e fazer chazinho com mel e limão nos dias de febre e nariz entupido. É sentir aquele instinto protector e aquele pico de adrenalina se alguém vai contra o bem-estar do nosso amor. É um “gosto muito de ti” sussurrado no meio de uma multidão em alvoroço! É ver o mundo à nossa volta e pensar “é por isto que gosto tanto de ti”.
O amor é traduzido de forma bastante elementar. Pode ser um coração mal desenhado numa folha de papel, ou uma música com três acordes. Pode ser oferecer chocolates ou flores e fazer beicinho. De qualquer das formas, é a linguagem universal dos apaixonados que se entendem sem dificuldade, numa confusão simples e irracional.
O amor é querer a felicidade de alguém acima de tudo o resto. É não ter vergonha do “pneuzinho” a mais, da celulite, ou da barriga de cerveja. É o cabelo despenteado e as roupas espelhadas pelo chão do quarto, igualzinho ao que se vê na televisão. É ficar de olhos abertos no chão da sala, até de manhã, só para ver o nascer do sol. É verdade, o amor é mesmo um cliché!
O amor é um abraço no meio da rua e um escondido beijo intenso na intimidade. É uma conversa de café sobre filmes, música e meteorologia… É ouvir com toda atenção uma opinião com a qual discordamos completamente. Às vezes, é subjugarmos a nossa própria opinião às ideias de outra pessoa. É trairmo-nos a nós próprios. E isto é uma péssima atitude, mas acontece quando gostamos verdadeiramente.
O amor pode ser extremamente estúpido. Às vezes consegue desenterrar a pior parte de nós, num grito de fúria – “Deixa-me em paz! Quero ficar sozinho!” – ou numa cena de ciúmes – “Quem era aquele com quem estavas a conversar?!”. É odiar-nos por uns momentos. É dizer coisas que nos arrependemos cinco minutos mais tarde. É verdade, apaixonados conseguimos ser a versão mais vergonhosa de nós mesmos. Mas, no fundo, amor é importarmo-nos o suficiente para nos darmos ao trabalho de discutir. É roubar um beijo, levar uma valente palmada e esperar impacientemente pela reconciliação.
O amor não é algo garantido. Se nos abandona, sentamo-nos num canto qualquer com uma garrafa de Tequilla e um balde de lágrimas. Ficamos horas, dias, semanas ou até meses a pensar na quantidade de coisas boas que nos aconteceram, mas ficaram perdidas numa recordação fosca que eventualmente acabará por desvanecer para sempre. Um dia atingimos a indiferença que, na verdade, é o verdadeiro antónimo de amor. Mas, afinal, quantos amores existem?
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Manias
Tenho a mania de me deitar tarde e não me levantar cedo. Tenho a mania de levantar a sobrancelha esquerda por tudo e por nada. Tenho a mania de mexer o nariz – como aquela bruxinha do filme da feiticeira – quando estou perdida em alguma coisa dentro da minha cabeça. Tenho a mania de calçar as peúgas antes de tudo o resto. Tenho a mania bater ao de leve na barriga para arrotar – nojento, eu sei. Tenho a mania de cruzar a perna direita por cima da esquerda e nunca o contrário – culpa da escola de música Melodia. Tenho a mania de me sentar no escuro a olhar para o escuro quando estou menos bem-disposta – o que significa terrivelmente insuportável. Tenho a mania de andar sempre com um caderninho atrás de mim – no entanto, contam-se pelos dedos de uma só mão as vezes em que lá escrevi alguma coisa. E podia continuar durante umas quantas páginas, mas isso não interessa a ninguém.
Contudo, o que eu queria mesmo dizer é que também tenho a mania de ser pseudo-aspirante-a-escritora. E esta expressão inventada numa qualquer conversa de café é mesmo perfeita para me descrever. Sou aspirante a escritora tendo a perfeita noção de que nunca o chegarei a ser realmente. Mas, o que é que isso importa? Sou feliz assim, a escrever para alguém, na perfeita consciência de que não escrevo para ninguém.
Escrever? Porquê?
Escrever é tudo. Às vezes é uma doença, outras uma terapia. Para uns é uma coisa esquisita que acontece uma vez na vida, para outros é uma rotina. Talvez uma explosão, ou uma forma de não implodir. É arte. É um instinto natural, uma necessidade. É fome, às vezes sede. Para mim, é tudo isto conjugado numa simples mania. Mas, o que me fascina realmente no acto de escrever é a quantidade de coisas que meia dúzia de parágrafos consegue ser.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Concertos nos anos 90
De qualquer forma, não me posso queixar de ter vivido as emoções através dos meus primos, com os meus quatro ou cinco anos e os meus vestidinhos às flores.
Os Filipados